Dramaturgo, romancista, contista, poeta, ator e cantor não testemunhou o fim da Primeira Guerra Mundial, nem a revolução, que rompeu o silêncio em torno da sua obra até então proibida. Tornou-se o dramaturgo alemão mais encenado. “Como Tolstói e Strindberg, Wedekind foi um dos grandes educadores da Europa moderna”, escreveu Bertolt Brecht em Histórias de Almanaque (Kalendergeschichten)



