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Nossa Equipe Editorial e deTradução

Esta seção apresenta os profissionais dedicados que tornam nossas publicações possíveis.

Editor Chefe

Marcus Tulius Franco de Morais

Diretor Editorial

estudou Arquitetura e Urbanismo, na Universidade de
Brasília, entre 1978 e 1982. Com bolsa de estudos do Goethe-Institut, foi para a
Alemanha em dezembro desse último ano. No país de Goethe, morou em Freiburg im
Breisgau, Munique e Berlim. Nesta metrópole alemã, estudou Filologia – Literatura
Alemã –, entre 1988 e 1994, na Universidade Livre de Berlim. De regresso ao Brasil,
fez mestrado e doutorado em Estudos da Tradução, na Universidade Federal de Santa
Catarina, entre 2011 e 2018. Traduziu poemas de Selma Meerbaum-Eisinger e Gertrud

Kolmar; de Joseph Roth, a novela A lenda do santo beberrão, o ensaio Judeus em
exílio, o romance Confissão de um assassino e O Anticristo; de Hans Henny Jahnn, a
novela A noite de chumbo, Treze histórias singulares e a peça teatral Medeia; de Johann
Peter Hebel, Histórias bíblicas; de Franz Kafka, os contos que levam o título
Contemplação; de Frank Wedekind, a novela Mine-Haha ou Sobre a educação corporal
das meninas; de Alexander Lernet-Holenia, traduziu o romance O Estandarte.

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Tradutora Sênior

Mariana Silva de Campos Almeida

Tradutora

Licenciada
e graduada em Psicologia (1994) pela Universidade de São Paulo. Professora de alemão
como língua estrangeira formada pelo Instituto Goethe (São Paulo, Munique e Berlim,
2001-2003). Mestra (2011) e doutora (2018) em Estudos da Tradução pela Universidade
Federal de Santa Catarina.

 

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Tradutora Sênior

Simone Pereira Gonçalves,

Tradutora

Natural de Campo Grande, Mato Grosso do Sul,
domiciliada em Berlim há mais de três décadas, tradutora juramentada na Alemanha de
português, francês e alemão. Formada em tradução pela Universidade Humboldt de
Berlim e em filosofia pela UFPR, Curitiba. Tradutora literária, com publicações em
Cadernos de Literatura em Tradução (FFLCH/USP), e de autores alemães, como Joseph
Roth, Robert Musil, Stefan Zweig, Mascha Kaléko e Gertrud Kolmar.

 

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Tradutora Sênior

Vera Souza Lima

Tradutora

Nasceu na cidade de São Paulo em 1958. Formada em Jornalismo
(1984) na Faculdade Cásper Líbero. Enquanto era arquivista pesquisadora no
Departamento de Documentação da Editora Abril (DEDOC), decidiu mudar-se para
Berlim em 1988, onde testemunhou a queda do Muro e os primórdios da unificação
alemã. Frequentou o curso de Germanística na Universidade Livre de Berlim.
Proficiente em alemão pelo Instituto Goethe (Kleines Deutsches Sprachdiplom, 2002),
lecionou alemão como língua estrangeira.

 

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Conheça Nossa Missão e Valores na Ugrino Livros

 

O nome Ugrino é pura invenção. Criação do escritor alemão Hans Henny Jahnn, o substantivo Ugrino significa um portal em alto-mar, ou um lugar separado de todos os outros por fronteiras imaginárias. Encontrando-o, o navegante solitário poderá atravessar esse portal ou não. Se o fizer, nada lhe sucederá; no entanto, fronteiras foram superadas, deixadas para trás juntamente com os eventuais arrecifes que também os há nos mares. 

 

Obras Selecionadas

Esta seção destaca nossos marcos e compromisso com a literatura de qualidade.

 

Tradução Literária

Serviços especializados de tradução que preservam a essência e o estilo original de cada autor.

 

 

Edição Cuidadosa

Publicação de livros selecionados com rigor editorial para leitores exigentes e apaixonados.

Seleção Rigorosa

Compromisso constante em oferecer obras cuidadosamente escolhidas para enriquecer o mercado.

 

Por que Ugrino Livros?

O nome Ugrino é pura invenção. Criação do escritor alemão Hans Henny Jahnn, o substantivo Ugrino significa um portal em alto-mar, ou um lugar separado de todos os outros por fronteiras imaginárias. Encontrando-o, o navegante solitário poderá atravessar esse portal ou não. Se o fizer, nada lhe sucederá; no entanto, fronteiras foram superadas, deixadas para trás juntamente com os eventuais arrecifes que também os há nos mares. 

Em outubro de 1915, Jahnn e seu companheiro Harms deixaram a Alemanha em guerra para se instalarem na Noruega. Ambos os jovens não se afinavam com a Alemanha Imperial. A destruição criminosa do patrimônio histórico não era compactuada por eles.             Esse primeiro exílio deu lugar a uma concepção de mundo interior, ao projeto utópico de oposição às contingências bélicas de seu tempo. Suas convicções artísticas os levaram a elaborar planos sofisticados para um lugar ideal a que dão o nome de “Ugrino”.No projeto de Jahnn – em sua obra – há uma sensível nostalgia por conta da organização humana, que para ele é uma máquina que produz manipulação, vício, sofrimento e injustiça, sobretudo contra a sorte das criaturas. Sua prosa e dramaturgia são um hino aos animais, às paisagens e aos elementos naturais, que são insubstituíveis. Para ele o mundo não é apenas a sociedade humana, é a natureza, o universo. O homem faz parte da natureza. Ele é, como todos os seres, perpassado pelas forças que a regem. Assim, o homem não está acima dos animais, apenas se apropriou de uma pretensa superioridade explorando as outras criaturas. Sua obra apresenta uma inabalável fraternidade no que toca aos humilhados e às vítimas, uma complacência ampla e generosa. Ele é imbuído de uma fraternidade real, de um encontro com as outras criaturas, não de uma atitude condescendente. A escritura de Hans Henny Jahnn reflete uma visão de um universo harmônico, em que o ser humano é parte de uma cadeia infinita conectada ao passado, através do legado dos nossos ancestrais, e ao futuro, por meio dos processos cíclicos naturais. Toda criatura é parte de um processo finito. Esses fins ou mortes Jahnn entende como o princípio da criação. Para ele, o significado da vida encontra-se exatamente aí, onde o trágico se processa: nas existências. O mistério do trágico, em Hans Henny Jahnn, é, sem dúvida, a harmonia a ser desvelada. O princípio da criação é tarefa do escritor; a tarefa do tradutor é buscar apreender a harmonia do mundo do escritor, dar-lhe forma e evidenciá-la. A linguagem é a expressão desse princípio.

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